O pesquisador Brasil Fernandes de Barros é doutor em ciências da religião pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas). Sua formação acadêmica inclui doutorado sanduíche no Departamento de Religião da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, além de graduações em administração de empresas, filosofia e ciências da religião. Atualmente, atua como professor na Universidade Estadual de Montes Claros, MG.
Em 2019, durante a elaboração de sua tese de doutorado, Brasil teve o privilégio de acessar um acervo raro, contendo fotografias, jornais, livros, documentos e manuscritos originais pertencentes aos médiuns Chico Xavier e Waldo Vieira. Esse material serviu de base para uma de suas pesquisas recentes, que investigou os bastidores do processo da produção e publicação dos livros mediúnicos da dupla mineira.
Nesta conversa, Brasil Fernandes de Barros revela como era a participação de Chico Xavier em cada fase editorial de suas obras psicografadas. Ele desmistifica a ideia de que os livros surgiam prontos por um passe de mágica, destacando que a jornada espiritual que resultou em mais de 400 títulos publicados, ainda em vida, dependeu também de muito trabalho e apoio dos encarnados, envolvendo datilógrafos, artistas, consultores técnicos, editores e revisores, formando uma complexa rede de atividades humanas a serviço da mediunidade. Acompanhe a entrevista.
Como foi a descoberta desses documentos raros e o que eles revelaram sobre a trajetória de Chico?
Fonte: Correio Fraterno
C.E.D.I. Centro Espírita dos Irmãos